quarta-feira, 21 de maio de 2008

Como se fosse a primeira vez...



O passado que sempre nos acompanha, as lembranças que nunca se vão, aquela música que te faz sentir o que você acreditou não sentir mais, sentimentos que não morreram, mas que continuaram vivos dentro de nós. É estranho pensar que aquilo que acreditávamos não ter mais volta de repente acontece de forma tão natural e apaixonante, uma verdadeira surpresa da existência, como se o destino tivesse reservado esse momento pra nós. Um encontro que surgiu do desencontro.

Eu a vi ali sozinha e não pude segurar o sentimento que nasceu em mim, que me deu asas pra voar...

Foi isso que aconteceu quando a vi novamente. De repente minha alma foi tomada de um sentimento tão súbito que não entendi o que estava acontecendo: eu estava me apaixonando. Eu a olhei nos olhos, a abracei. Há muito tempo não sentia aquela sensação. Foi uma emoção que tomou conta de mim rapidamente e que me fez sentir de novo todo aquele amor que eu havia experimentado durante alguns anos passados.

É!
Nunca se esqueça do seu primeiro amor, você pode encontrá-lo naquela praça que você nunca imaginou, da forma como você nunca planejou, no tempo que você nunca esperou...

2 comentários:

Roger disse...

Belíssimo, Luiz, Belíssimo!!!

Silvião Côrtes disse...

Muito bom garoto, poesia... Mas acho que alguém havia dito que não... Grande abraço, continue escrevendo, você é bom. PAZ. Vê se lembra dos velhs amigos de vez em quando, você tá muito metidão haheuahuae.